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Vereadores de Curitiba aprovam que jardim receba o nome de Magó, bailarina morta em Mandaguari


Foto: Reprodução / Arquivo pessoal

Os vereadores de Curitiba aprovaram na sessão desta terça-feira (10), em 1ª discussão, que um jardim da cidade receba o nome de Magó – a bailarina que foi morta em Mandaguari, no norte do Paraná.

A aprovação foi unânime, e o 2º turno deve ser realizado na quarta (11). O jardim fica na esquina da Avenida Frederico Lambertucci com a Rua Maria Quitéria, no bairro Fazendinha. O crime O crime aconteceu no fim de janeiro. Maria Glória Poltronieri Borges tinha 25 anos e morava em Maringá, também na região norte do estado. Além de bailarina, Magó era estudante universitária e lutava capoeira. O corpo dela foi encontrado pela família e tinha sinais de violência sexual. Ele estava perto de uma cachoeira, na zona rural de Mandaguari. O suspeito do crime foi preso no dia 28 de fevereiro, em Apucarana, outro município do norte. Pai de bailarina diz esperar que caso não seja esquecido: 'Essa foi a única luta que a minha filha perdeu' Na sexta-feira (6), a Polícia Civil fez a reconstituição do crime. O suspeito Flávio Campana, um amigo dele, representantes do Ministério Público, do Instituto de Criminalística, policiais civis e o advogado de Campana participaram.

Polícia Civil confirma que material genético encontrado nas roupas e no corpo de Magó é de Flávio Campana

O amigo de Campana, Wagner Luciano Clementino, é considerado pela polícia como uma das principais testemunhas do caso. Durante a reconstituição, ele mostrou os lugares por onde os dois passaram e ficaram no dia 25 de janeiro.

O advogado do suspeito do crime disse, no dia em que a reconstituição foi feita, que espera a conclusão do inquérito pela Polícia Civil para, então, montar a defesa do cliente.

Campanha tem 41 anos e apresentou mais de uma versão do crime para a Polícia Civil.

Ele alegou que fez sexo com a vítima de forma consentida e negou homicídio, segundo a polícia. Essa afirmação foi feita em 28 de fevereiro.

Porém, no 1º depoimento, prestado em 4 de fevereiro, o suspeito relatou que não viu Magó na cachoeira.


Fonte: G1 Noroeste